Alade*
Assim que o primeiro raio de luz cortou a escuridão, Alade despertou sobressaltada. O lençol colado ao seu corpo úmido, os olhos ainda pesados pela noite maldormida.
Virou-se com pressa, a mão tateando o colchão vazio. Aaron não estava. O frio da ausência pareceu morder sua pele. O quarto estava silencioso, exceto pelo som abafado de mastigação.
Ela ergueu o tronco, os cabelos emaranhados, os olhos turvos encontrando a silhueta dele — sentado à mesa, devorando o café da manhã. A luz frac