As bestas transformadas os cercavam, olhos como carvões em brasa cravados neles, rosnando com fúria contida. Os músculos dos lupinos tremiam sob a tensão prestes a romper, os dentes arreganhados à luz fria da lua como se já saboreassem o sangue. Alade sentiu o estômago revirar. O coração martelava no peito, feroz. Um segundo mais e ela teria se esquecido de como respirar.
Aaron deu um passo à frente, os olhos cravados nas criaturas.
— Consegue se transformar? — perguntou, sem desviar o olhar.
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