Alade explodiu.
Num segundo, já estava sobre ele. Seus punhos desceram contra o rosto de Aaron como martelos — impiedosos, desgovernados, tomados por um ódio que não pedia permissão.
— SEU DESGRAÇADO! EU TE ODEIO! SEU MALDITO INFELIZ! VOCÊ MERECE A MORTE! — gritou com uma fúria primal, seus olhos ardendo, o corpo inteiro vibrando numa tempestade de dor e raiva.
Ele tentou recuar, mas ela era um vendaval. Ele então agarrou seus braços, tentando imobilizá-la. Mas Alade era selvagem, um animal em