CAPITULO 11

Eu acordei com alguém batendo na minha porta.

Não era uma batida normal.

Era insistente. Rápida. Impaciente.

Abri os olhos devagar, completamente desorientada. Por alguns segundos eu não fazia ideia de onde estava. Minha cabeça ainda estava pesada de sono e meu corpo parecia grudado no colchão.

Então ouvi a voz.

— Bianca!

Pisquei várias vezes.

— Bianca, eu sei que você está aí!

Minha mãe.

Fechei os olhos novamente por um segundo, esperando que aquilo fosse algum tipo de sonho muito cruel.

As ba
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