Mundo de ficçãoIniciar sessãoPOV de Beatriz
Saí no corredor e, como previ, o homem que estava fiscalizando o corredor chamou aquele sujeito estranho que substituiu o desavisado. Alberto, lembrei do nome dele.Fiz a sonsa o tempo todo, mas foi difícil me controlar para não quebrar o pescoço dele quando ele meteu a mão entre minhas pernas. Em vez disso, arranhei o rosto dele como qualquer mulher faria. Tomei um tapa na cara e senti o gosto de sangue na boca. Registrei mentalmente que faria aquele filho da puta pagar por isso.Minhas mãos estavam amarradas para trás com enforca-gato, exatamente como imaginei que fariam.Tão previsíveis que nem acreditava que tiveram a ousadia de invadir o QG de Marjorie. Mantive a farsa até ser levada até Caio e ter certeza de que ele tinha tudo sob controle. Dei um toque que ele entendeu, e estava tudo pronto para finalizarmos a ação juntos.Enquanto Alberto se preocupava em ameaçar Caio, pressionei o dedão contra o canivete que eu tinha posicionado com






