POV de Caio
Saí do escritório de Marjorie já pronto pra ação. O ataque podia acontecer a qualquer momento, e agradeci mentalmente a Beatriz por ter me alertado. Ia me recriminar por não ter percebido antes somente depois, mas agora precisava focar: alertar Joyce e Marjorie, conforme havíamos combinado para um caso de ataque coordenado.
Lembro que, quando falei com Marjorie sobre isso, ela disse pra eu parar de assistir filmes. No Brasil essas coisas não aconteciam. Eu insisti, lembrando que ela era uma regente da máfia francesa agora, e que eu e Bruno tínhamos todo o treinamento necessário para orientá-la.
Ela acabou permitindo que eu planejasse cada emergência, colocando paredes falsas em seu escritório e outra no quarto de Yago. Usei tecnologia americana de alto padrão e caríssima, tudo com extremo cuidado. Expliquei a ela porque havíamos usado mão de obra oriental — China, Japão e Índia.
— Não temos negócios em nenhum desses países. Esses profissionais dificilmente seriam encontrad