POV de Marjorie
Eu acompanhei cada tiro com o coração na garganta.
O som atravessava o áudio com interferências, gritos, passos correndo, ordens sendo dadas em francês. Eu apertava o anel no dedo como se pudesse, de alguma forma, atravessar o oceano e arrancar meu filho e meu irmão dali com as próprias mãos.
Então o silêncio.
Segundos que pareceram horas.
E finalmente a voz dele:
— Yago?
Meu ar voltou.
— Estou bem. Ouviu mamãe? Eu estou bem. Você nunca decepciona!
Eu fechei os olhos por um seg