Eduardo Lira
Enquanto a Bia cuidava da Helena e a colocava para dormir, comecei a estudar o caso de homicídio. Já havia encontrado várias evidências de que o jovem Yan estava sendo usado como bode expiatório para proteger o verdadeiro responsável pelo crime.
Eu e minha equipe ajudaríamos o rapaz, mas o que me preocupava era que não seria fácil conseguir um psicólogo criminalista para retirá-lo da prisão. Com o déficit que ele apresentava, seria provavelmente encaminhado a um hospital prisional.