Vincenzo para diante da cama, o olhar vagando lentamente pelo corpo dela, sem pressa, até encontrar os olhos que o encaram de volta.
Há medo neles, sim, mas o brilho nítido da insegurança, está ofuscado pela chama teimosa de quem nasceu para desafiar, não para se curvar.
— Irá dormir assim, bella? — Vincenzo questiona, a voz rouca e envolvente, carregada de uma provocação que arranha por dentro.
A mão alcança a toalha em seu pescoço e, sem pressa, ele a desliza pelo abdômen ainda úmido, como se