Giuliano força o corpo dolorido até conseguir se sentar, o gosto metálico do sangue ainda preso entre os dentes.
Seus dedos, roxos e sem força, mal obedecem, mas ele insiste, agarra a barra da própria camisa e, com dificuldade, limpa o rosto coberto por lágrimas e sangue, tentando apagar da pele os rastros da humilhação.
— Bastardo, figlio di puttana. — Giuliano murmura, o olhar tomado por raiva, cada palavra saindo em tom rouco e amargo, como se cuspisse o próprio orgulho ferido diante de Vinc