Vincenzo não responde, apenas segura a taça por alguns segundos, girando o vinho de leve, como se buscasse nas voltas lentas do líquido a calma que o raciocínio já não oferece.
O olhar dele permanece fixo em um ponto qualquer sobre a mesa, distante, sem revelar o que realmente pensa.
Em seguida, leva a taça aos lábios e toma tudo de uma vez, o gesto contido, mas carregado de um silêncio pesado, como se o vinho fosse a única forma de conter o que ele não queria transformar em palavras.
— Sei exa