Antonella consegue se sentar com esforço, o corpo tremendo sob a violência da dor que lhe queima o rosto.
Os gritos se desfazem em soluços abafados, enquanto a mão trêmula encontra a ferida, e o sangue quente escorre pelos dedos.
— Maledetta! — Antonella berra, a voz falhando entre soluços entrecortados que rasgam sua garganta. — Puttana schifosa!
— Cuide bem das suas feridas, Barbie. — Seraphina aconselha, o sarcasmo escorrendo em cada palavra enquanto se dirige à porta.
No caminho, larga o bi