Fabrizio permanece de pé, o corpo rígido como pedra, os olhos fixos em Giuseppe por um breve instante, observando-o tratar com delicadeza os ferimentos de Antonella.
— Pelo amor de Deus. — Fabrizio rosna, o olhar cravado no corpo inerte de Antonella. — Leve essa puttana para a enfermaria. — Ordena, com frieza, a voz carregada de repulsa.
Com passos firmes, atravessa a sala e empurra a porta com força. Cada movimento parece rasgar o peito, consumido pela fúria e pela humilhação que arde como f