Lorenzo Salvatore
No silêncio do meu quarto, a mente ainda insistia em voltar à noite anterior. Deitado na cama, o teto parecia mais interessante do que nunca, porque olhar para ele era mais fácil do que encarar o peso do que eu havia feito. Passei a mão pelo rosto, frustrado. Giulia Ricciardi. Eu havia cometido a maior loucura da minha vida, mas, se fosse para morrer por algo, morreria feliz. A lembrança dos gemidos abafados dela enquanto estava entregue a mim no balcão da cozinha era como uma