Capítulo 24 – Sangue Lunar
O céu amanheceu tingido de vermelho.
Não era o nascer do sol.
Era um presságio.
Kael sentiu primeiro — um calafrio que percorreu sua espinha, algo primal, como se a própria terra estivesse sussurrando.
Riven, silencioso, apenas observava Ana. Seus olhos — prateados como a lua — brilhavam mais intensamente desde a noite anterior. Algo havia mudado nela. Algo profundo.
— O que aconteceu quando você tocou o Reflexo? — Kael perguntou.
— Ela falou da minha filha — responde