O dia começou sem despertador. A luz entrou aos poucos, espalhando um tom claro pelo quarto. Ashiley acordou com o braço de Gustavo firme ao redor da sua cintura, a mão dele repousando ali como se tivesse aprendido aquele lugar. Ela respirou fundo, deixando o momento se alongar, sem vontade de quebrar o silêncio.
— Você já está acordada — ele murmurou, ainda de olhos fechados.
— Faz tempo — ela confessou. — Eu estava… ficando.
Ele abriu os olhos devagar e sorriu.
— Eu gosto quando você fica.
El