A manhã de sexta-feira, começou com um vento pesado vindo do mar, o tipo de vento que anuncia algo, mesmo que ninguém saiba exatamente o quê.
Havenna o sentiu no rosto quando chegou cedo à Casamar para alinhar os relatórios do dia. Estava decidida a manter distância. Era o único jeito de não desmoronar.
Mas, conforme avançou pelos corredores, o reconhecimento das paredes, dos sons, das rotinas, apertou o peito dela como uma mão invisível.
A porta da sala técnica estava entreaberta. Ela entrou p