O apartamento de Elisa estava escuro, iluminado apenas pela luminária de mesa focada no Patek Philippe. Gabriel usava luvas de algodão branco para manusear o relógio, tratando-o como se fosse uma bomba nuclear instável. Ele usou uma lupa de joalheiro para examinar a caixa traseira.
— Nada — ele murmurou, frustrado. — Não tem código, não tem inscrição. É apenas um relógio caro.
— Seu avô disse "a chave está no relógio" — lembrei, servindo café preto para nós dois. — Ele não disse "o código está