— Escolha! — Dante gritou, a voz ecoando na biblioteca. O polegar dele estava branco de tanto pressionar o botão vermelho.
Gabriel não olhou para o avô. Ele olhou para minha mãe, encolhida no sofá. — Solte a Helena — ele disse, a voz firme como aço. — Deixe-a ir. O Augusto fica.
Dante sorriu, um sorriso triste e vitorioso. — Previsível. O sangue novo rejeita o sangue velho. Muito bem. Ele fez um gesto com a cabeça para a porta. — Vá, Dona Helena. Antes que eu mude de ideia.
Minha mãe tentou se