A mansão estava silenciosa quando cheguei, mas era o silêncio antes da detonação. Encontrei Elisa no nosso quarto. O closet estava aberto. Duas malas grandes estavam sobre a cama. Ela não estava chorando; ela estava dobrando roupas com uma precisão violenta, jogando seda e algodão dentro da mala como se fossem granadas.
— Elisa — chamei, parando na porta. Eu ainda cheirava a papel triturado e derrota.
Ela não se virou. — Não fale comigo. Se você tiver um pingo de decência restante, saia do meu