A porta de vidro da Vértice não estava trancada. Lucas era arrogante demais para acreditar que precisava de segurança. Ele estava sentado em sua mesa, com os pés para cima, bebendo o mesmo vinho barato que provavelmente usou para tentar embriagar suas vítimas.
Entrei sem fazer barulho. O carpete abafou meus passos. Só quando minha sombra caiu sobre a mesa dele é que ele percebeu que não estava sozinho.
— Quem está aí? — Lucas girou a cadeira, assustado. Ao me ver, ele tentou recuperar a postura