Mundo ficciónIniciar sesiónEram duas da manhã quando a maçaneta do meu quarto girou.
Eu não estava dormindo. Estava deitada na escuridão, encarando o teto, ouvindo o silêncio opressivo da casa que tinha se tornado minha prisão. A chave tinha sido removida da minha porta, então não pude trancá-la.
Gabriel entrou. A silhueta dele recortada pela luz do corredor era imponente e cansada. Ele fechou a porta suavemente e caminhou até a cama.
Sentei-me, puxando o edredom até o queixo, o coração disparando.







