(POV de Dante Leone)
O ar fugiu dos meus pulmões no exato momento em que o punho de Gabriel atingiu o meu peito.
Eu não estava recuperado. O ritual de marcação em Júlia tinha drenado o pouco que restava das minhas forças, e o impacto me jogou para trás. Meus pés perderam o contato com o chão da UTI e eu voei pelo corredor, batendo contra a parede com um estrondo metálico.
Tentei respirar, mas o gosto de sangue e fúria inundou minha boca.
A porta do quarto da Júlia estava entreaberta. Eu o vi.