POV DE JÚLIA MONTSERRAT
Fazia apenas três dias que eu havia recebido alta.
Estar de volta ao meu lar era um alívio e, ao mesmo tempo, um lembrete constante do milagre que quase me custou a vida.
Do meu quarto, eu conseguia ouvir os gritos de Connor na sala, disputando cada jogada no videogame com o irmão, a voz cheia de vida como se nunca tivesse parado de respirar naquela maca fria.
Eu me sentia bem. Fortalecida. A luz de Juno ainda vibrava no fundo da minha alma, mantendo a doença em xeque.