POV do Assassino
Parei na beira do penhasco.
O vento salgado do mar bateu no meu rosto, balançando meu casaco escuro.
Abaixo de mim, as ondas violentas quebravam contra as pedras afiadas de Costa da Lua.
Eu não estava sozinho na escuridão.
Aos meus pés, o corpo sem vida da garota do bar jazia na terra úmida. O pescoço quebrado em um ângulo antinatural.
Agachei ao lado da carcaça.
Meus dedos afundaram nos fios longos e macios. O mesmo tipo de cabelo da minha coelhinha.
Puxei o rosto pálido para