(POV DE GABRIEL BLACKWOLF)
Eu estava à beira de perder a sanidade.
Se qualquer um dos meus subordinados me visse ali, diria que eu era um santo.
A fera dentro de mim uivava por ela, mas o Comandante precisava assumir o controle. Ela precisava de mim, e não apenas do meu corpo.
— Eu acho que ela tem razão... — a voz dela saiu como um fio de seda puído.
Ela desviou o olhar, os lábios tremendo enquanto mordia o próprio desespero para não desabar.
— Não, amor. Ela não tem razão. Que diabos, pare