Giulia:
Eu saí do elevador no último andar do prédio da MOREAU. O som dos meus saltos ecoava como um sussurro ameaçador no mármore frio, cada passo mais alto, como se o próprio edifício tentasse me lembrar que aquele não era o meu lugar. As paredes de vidro refletiam minha imagem distorcida, enquanto o brilho impessoal do cromo parecia observar cada movimento meu. O ar ali era espesso, carregado com a presença dele, mesmo que eu ainda não o tivesse visto.
No canto, a assistente de Matteo digita