Capítulo 22

Deslizei a mão para dentro do bolso do sobretudo. Meus dedos se fecharam ao redor do cabo da adaga que Kael havia me dado minutos atrás. O metal era como uma âncora, lembrando-me de que eu não era mais a presa indefesa que havia deixado a Lua Crescente.

O anfiteatro circular do Conselho dos Anciões era escuro. O ar ali dentro cheirava a mofo. Nas arquibancadas elevadas, os juízes velhos e enrugados nos observavam como abutres esperando por um cadáver.

No centro, Damon exibia um sorriso arrogant
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