Ok. Eu estava passando dos limites. Mas era impossível não cutucar, não provocar. Era como brincar com fogo sabendo que podia me queimar inteira.
— Mas você está certo...
continuei, disfarçando com uma leveza fingida.
— Não quero soar imatura. Nem boba.
Ele continuava me olhando como se pudesse me devorar ali mesmo, sem cerimônia, sem freios.
Meu corpo esquentava sob aquele olhar, minha pele latejava de expectativa. Eu sabia o que estava fazendo, mas ao mesmo tempo... não conseguia