— Sasha — comecei, tentando suavizar o tom, embora minha voz saísse firme e carregada de autoridade. — Eu não vim aqui para semear mais dor. Eu sei que errei. Errei de forma imperdoável ao negar o envolvimento do meu filho com a sua irmã. Eu... eu não sabia que ela vinha de uma boa família. Fui cego e preconceituoso.
— Ricos, o senhor quer dizer — ela me cortou, o queixo erguido com um orgulho ferino. — O senhor só se arrepende porque descobriu que não somos os "pobres coitados" que imaginou.
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