Chegamos à casa de Min-ho sob o véu da noite, o ar fresco carregado com o cheiro de flores silvestres que ladeavam a entrada. A casa era modesta, mas acolhedora, uma construção de madeira com janelas amplas que refletiam as estrelas, escondida em uma rua tranquila, longe de olhares curiosos. Ele abriu a porta com uma chave que tilintou suavemente, e eu entrei primeiro, o coração ainda acelerado pela saída corrida do Planetário até ali, misturada à antecipação do que ainda viria.
O interior era