Os dias no castelo passaram lentamente, como se o tempo tivesse congelado. E, no entanto, meu corpo continuava a se mover mecanicamente. O mesmo ar abafado daquelas paredes opressivas parecia sufocar minhas próprias emoções. O quarto em que eu me encontrava, escondida da vista de todos, estava imerso em uma calma desconcertante. O silêncio me consumia, a ansiedade, o medo, e as memórias que voltavam como sombras à noite. Eu não podia, não queria, lidar com a realidade que me aguardava quando Ka