O corredor parecia mais estreito, o ar mais denso, como se o próprio castelo estivesse prendendo a respiração. Meus pés mal tocavam o chão, o corpo movido por instinto, pelo desespero de fugir — não apenas de Lunareth, mas de todas as verdades que ameaçavam me sufocar. No entanto, Kael veio atrás de mim. Não com fúria, mas com uma determinação que me esmagava. E quando ele falou, sua voz não era de um rei. Era de um homem tentando entender.
"Lyara," ele disse, parando diante de mim no corredor