Alexandre assentiu. Não precisávamos discutir. Estava claro, eu também queria ficar. Queria ele. Mas sabia que as consequências daquilo podiam não ter volta.
— Mas como é que eu vou embora com isso? — perguntei, puxando a barra da blusa dele que agora cobria meu corpo. Era larga demais, mas macia, cheirando a ele. O olhar dele percorreu o tecido, e seus lábios se curvaram num sorriso leve.
— Posso comprar algo pra você — respondeu com segurança, mas seus olhos denunciavam que a ideia o divertia.