Eu insistia, batendo no vidro do carro, enquanto Maria Vitória, acuada, chorava sem parar. Eu não ia desistir dela. Também não podia deixá-la seguir por aquela via, em alta velocidade, sem rumo. Quanto a Heitor, pouco me importava naquele momento. Que visse o que tinha feito. A minha culpa, essa eu já carregava comigo. Sabia que havia passado de todos os limites — mas nunca, nunca foi por vingança.
Clara, minha tia Dulce, minha prima Regina... eram mulheres, adultas. Sabiam o que estavam fazend