Um grupo de rapazes entrou no elevador, falando alto sobre futebol. Nos cumprimentaram com um boa noite, e respondi com a voz rouca, fazendo força pra disfarçar a ereção que crescia sem controle dentro da calça.
O alívio só veio quando chegamos ao décimo segundo andar.
Peguei a mão dela, puxando com pressa, quase tremendo ao tentar tirar a chave do bolso. Assim que a porta do apartamento se abriu, puxei Maria Vitória para dentro e tomei sua boca como um homem faminto — sem pausa, sem permissão.