Com o coração batendo forte, Anna se sentiu imersa em um mar de emoções que não conseguia controlar. Vendo que Mikhail não respondia, decidiu insistir, mas desta vez com um tom mais suave, quase suplicante. —Vamos dormir juntos? —, tentando esconder sua vulnerabilidade.
Mikhail soltou um suspiro, que ecoou pela sala como um lembrete da barreira invisível que os separava. Sem se dignar a responder, dirigiu sua cadeira de rodas até o banheiro e bateu a porta; um gesto que reverberou no peito de