Selene Castiel
Acordei com o calor. Um calor que não vinha do lençol nem do quarto. Era o corpo dele. Pressionado nas minhas costas, braços me envolvendo num abraço frouxo que dizia tudo o que a gente nunca falou em voz alta. A respiração dele batia no meu pescoço. Quente. Ritmada. E, ali, encaixada entre os braços de Caius, eu senti.
Ele estava duro. E não era pouca coisa.
O instinto foi congelar. Fingir que não percebi. Fingir que não sentia meu corpo inteiro respondendo como se aquilo fosse n