A manhã mal havia clareado quando Mari foi chamada com firmeza pela voz seca de Quitéria.
— Mari, venha aqui, agora. — A mulher estava de pé, vestida impecavelmente em uma camisola de seda azul petróleo, os cabelos presos num coque apertado. Segurava uma xícara de porcelana como se fosse dona de um império.
Mari entrou na sala com a cabeça baixa. Havia aprendido a sobreviver ali usando o silêncio e o olhar neutro como defesa.
— Como está a Beatriz?