CHRISTOS
Sabine engoliu em seco, sentindo o calor das minhas palavras e da minha adoração arrepiar cada centímetro da sua pele alva. Seus olhos verdes, escuros de puro desejo, fixaram-se nos meus com uma audácia que me fez prender o fôlego. Ela deu um passo à frente, colando os seus seios fartos contra o tecido do meu paletó de grife, e levou as mãos trêmulas até a minha gravata de seda.
— Agora é a minha vez, meu rei... tire essa armadura corporativa e se entregue a mim de uma vez por todas —