O VERDADEIRO OLIMPO
CHRISTOS
O ronco do motor do carro esportivo silenciou assim que estacionei na garagem privativa da minha mansão, mas a adrenalina que corria nas minhas veias parecia longe de encontrar um ponto de repouso. Saímos do veículo em um silêncio carregado de eletricidade, onde os nossos olhares se cruzavam e se devoravam a cada milésimo de segundo. Caminhei até o lado do passageiro, abri a porta e segurei a mão de Sabine, sentindo a sua respiração compassada e os seus olhos verdes