CHRISTOS
Sorri contra a sua pele, sentindo o calor do seu corpo nu se aninhar ainda mais no meu peito. Minhas mãos, grandes e possessivas, traçaram uma carícia lenta pela curva do seu quadril, descendo pelas suas coxas que ainda guardavam a sensibilidade da nossa maratona erótica.
— Quatro anos, Sabine... — sussurrei com a voz grave, deixando que o peso daquele tempo ecoasse no silêncio confortável da suíte máster. — Quatro anos olhando para o vazio, acreditando em mentiras e sentindo que falta