Nereia empalideceu, a palavra “companheira” pareceu drená-la, como se arrancasse o ar do peito dela. Ela murmurou, mais para si mesma, e mesmo do outro lado da sala, eu consegui ouvi-la.
— Isso… isso não é verdade. Não pode ser…verdade...
Ela me olhou como se eu fosse o monstro que arruinou sua existência, e talvez eu fosse. François pigarreou, provavelmente deve ter ouvido também aquele lamurio.
— Cyrus… agradecemos sua intervenção, é claro, mas esse tipo de declaração pode...
— Poupar a sua f