P.D.V de Kayla
Eu estava diante dele. A floresta ao redor era um poço de escuridão e frio. Não havia som, nem vento, nem vida — apenas ele e eu, presos num vazio sufocante.
Meus nervos estavam em frangalhos. Eu queria desaparecer, evaporar, sumir da existência. E foi ali que minha loba finalmente compreendeu: aquele homem não era nosso. A escuridão que exalava dele era palpável, sufocante, como se respirasse um ar envenenado. Quando testei o vínculo, o que senti foi um torniquete espiritual. Me