O som da porta se abrindo e o cheiro de café fresco invadindo o quarto foram os primeiros sinais de que o dia já começara.
Amara abriu os olhos devagar, o corpo ainda pesado pelo sono, mas a mente já alerta — e irritada. Ela não estava sozinha.
Virou-se na cama e encontrou Dante sentado na poltrona próxima à janela, com uma xícara de café na mão e o olhar cinza cravado nela.
Ele já estava acordado há algum tempo, observando-a. Como fazia ultimamente.
— Está me vigiando ou tá esperando eu f