Após saírem do hospital, o grupo não demorou muito a chegar ao condomínio. O carro avançava devagar pelas ruas internas, iluminadas por postes baixos e jardins silenciosos.
Lian, sentado no banco da frente ao lado de Raul, acompanhava o caminho pelo para-brisa. Os olhos permaneciam fixos na estrada molhada, mas a mente vagava distante, presa à culpa, ao medo e ao rosto pálido de Aurora.
No banco de trás, Álvaro mantinha as mãos entrelaçadas, o olhar perdido e imóvel.
Durante o trajeto, Raul red