Na manhã seguinte, Lian foi despertado por batidas insistentes na porta. Ainda sonolento, passou a mão pelo rosto e murmurou algo inaudível.
Antes que pudesse responder, a porta se abriu — e Isabella entrou sorridente, equilibrando uma bandeja de café da manhã.
— Bella… — ele resmungou, a voz rouca. — Eu podia estar nu. Já pensou em bater antes de entrar?
— Bom dia, mal-humorado. Eu juro que bati — respondeu Isabella, arqueando uma sobrancelha. — Mas como você resolveu ignorar, entrei. Agora an