A cobertura de Dante, no coração de Manhattan, estava em modo “reunião de emergência”.
Gael jogou os tênis no canto da sala, Enzo trouxe duas garrafas de vinho caro que ninguém ia saber pronunciar, Lorenzo sentou no braço do sofá como se estivesse em terapia coletiva.
Dante?
De pé. Copo de uísque na mão. Olhar fixo na parede de vidro como se estivesse esperando uma resposta vinda do horizonte.
Foi Enzo quem começou:
— “Tá… então me explica, irmão. Que cara foi aquela que tu fez quando viu