Num instante sentia que não estava em nenhum lugar e sim presa dentro de mim mesma, no outro, como um estalar de dedos, estava novamente no quarto, rodeada pelo silêncio.
Um longo e perturbador silêncio.
Meus olhos vagam pelo quarto mal iluminado, demoro para perceber Elena ainda deitada nessa cama, agora dando algum sinal de vidas. Ela ainda não estava morta.
Continuo em pé na frente da cama, ciente que não poderia interferir e que estava ali para assistir. E