Após passarem pela recepção, foram direcionadas ao último andar.
Eloise e Monique entraram no elevador privativo, uma cápsula de aço e vidro que prometia uma viagem sem escalas até o topo. À medida que o visor digital marcava a subida veloz — 10, 25, 40... —, a pressão nos ouvidos de Eloise aumentava, acompanhando o ritmo acelerado de seu coração.
No 55º andar, as portas se abriram silenciosamente para o Andar Executivo.
Diferente do hall movimentado lá embaixo, aqui o silêncio era absoluto e l